quarta-feira, 26 de março de 2014

ALIANÇA ENTRE AÉCIO E CAMPOS DEIXA OPOSICIONISTAS MAIS PRÓXIMOS DA CPI.

Movidos interesse comum de transformar a Petrobras num calcanhar de vidro de Dilma Rousseff, os presidenciáveis Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) jogam em dobradinha para instalar uma CPI no Congresso. A ação conjunta tornou provável o que parecia impossível.
“Já temos as assinaturas de 20 senadores”, disse ao blog, na noite passada, Alvaro Dias (PR), vice-líder do PSDB no Senado. Ele despachara um automóvel para Goiânia, a cerca de 210 km de Brasília, para recolher a rubrica de Wilder Moraes (DEM-GO), antes avesso a CPIs.
No Senado, a abertura de uma CPI exige o apoio de 27 dos 81 senadores. Reunidos mais cedo ao redor de Aécio Neves, os oposicionistas estimaram que obterão pelo menos 28. Álvaro Dias, que na véspera exalava pessimismo, mudou de prosa. “Com os quatro senadores do PSB, vamos conseguir”, disse.
Ele pensava alto: Faltava recolher a assinatura de três oposicionistas que estavam fora de Brasília: Aloysio Nubes Ferreira (PSDB-SP), Paulo Pauer (PSDB-SC) e Maria do Carmo (DEM-SE). A soma assinaturas iria a 23. Dois independentes do PMDB estavam no exterior: Ricardo Ferraço (ES) e Roberto Requião (PR). “Eles sempre assinam”, dizia Alvaro Dias, elevando a soma para 25.

NUNCA ANTES NA HISTÓRIA TIVEMOS UM GOVERNO ASSIM…

Rosalba, na posse, chorou; RN faz o mesmo há anos… (Foto: Canindé Soares)
Nunca antes na história política do Rio Grande do Norte, um governante ficou fora das discussões e articulações de sua própria sucessão.
É o caso de Rosalba Ciarlini (DEM).
É ignorada. Ninguém lembra seu nome ou a procura para qualquer reunião partidária ou interpartidária.
Um fim melancólico, antecedido no pleito municipal de 2012 por aviso de que o pior estava por vir.
Nas eleições daquele ano, ela já tinha sido colocada longe de quase todos os municípios.

Nenhum aliado, à exceção de três ou quatro candidatos a prefeito, se arriscaram a tê-la em palanque.
No mesmo período de sua gestão, não foi apenas o Rio Grande do Norte que encolheu. Seu partido, idem.
Não teve qualquer adesão de prefeito ou liderança expressiva, algo incomum para quem está no poder.
Na Assembleia Legislativa, da larga vantagem obtida no início da gestão, há meses convive com desvantagem numérica e a frieza dos parlamentares que sobraram na base.
Dos partidos que a apoiaram na eleição de 2010, quase nenhum permanece em seu entorno e o próprio DEM avisou que não lhe dará legenda à tentativa de reeleição.
Que coisa!
Fonte:Blog do Carlos Santos  BLOG     O   CIDADAO

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