quinta-feira, 31 de julho de 2014



HOMENAGEM A IRMÃ AUGUSTA FERNANDES VIEIRA

“Sou feliz porque sou freira”. “Amo a minha família”, “Alegremo-nos no Senhor pela vida”. “Façamos caridade e muita oração”. “Como está você e os seus? (Suas frases de sempre)”.
A vida da Tia Augusta, também, no sertão, conhecida por Mariquinha e no colégio por Guta, Gugu, aos seus 105 anos e 09 meses, é como um livro, que percorrendo página à página, só encontramos virtudes de fé e oração, compromisso, trabalho, doação, amor à família e obediência à congregação FILHAS DO AMOR DIVINO, missão que abraçou com muita dedicação.
A senhora, Tia Augusta, como filha de vovô Du Nonato, ficou órfã e foi criada como filha de vovó Emília (que casou com vovô Du). Era obediente, caprichosa nos afazeres domésticos, carinhosa e contribuiu na formação educacional e religiosa dos irmãos e dos que moravam no sítio AROEIRA.
Os seus irmãos: Chico Vieira, Tonha, Luca, Lourdes, Francisco Sales, Nair, Antônio, Anchieta, Nonato, Evilásio, Edilberto, Maria do Céu, João Djalma, João Bosco e Maria do Carmo, Januário e Cininha – adotivos) tinham e têm todo respeito e admiração que deixou como referência, um legado de missionária da paz. Vibrava pelos bons acontecimentos na vida dos sobrinhos, cunhados, primos, amigos e colegas da congregação.
Na sua vida religiosa em Mossoró, Assú, Caicó, Patos(PB), Natal e Emaús, contribuiu na educação das famílias mais necessitadas, conseguindo roupas e até cestas básicas, dava aula de catecismo e cultivou amizades eternas.
Em Natal, no (Colégio das Neves) e Emaús, sempre gostou de trabalhos manuais, rezava o terço no quarto das colegas doentes, regava o jardim, assistia a missa diariamente. Todos da nossa família que por lá chegavam, recebiam um paninho com crochê, um terço, ou uma medalha milagrosa.
Assim, todos nós temos um pouco dessas doces lembranças nas páginas desse livro, nas visitas, nos aniversários, no sorriso, no acolhimento, nos telefonemas, nas fotos e nas orações por todos.
Tia Augusta, me encontro emocionada, com saudades, saudades de seus conselhos, de ver a senhora se sentir feliz na cantina, na capela ou no portão do Colégio das Neves. Saudades dos bombons, chocolates, dos paninhos de crochê, dos almoços em Emaús, dos aniversários, das perguntas sobre o bem estar da família e até das suas advertências: “Desça mais o vestido”, “suba mais este decote”.
Meu convívio com a senhora foi prazeroso, gratificante e edificante para minha vida religiosa. Obrigada! Obrigada!
Obrigada a todas as irmãs da congregação, aos médicos, enfermeiros, cuidadores, aos da cozinha, aos Padres e Noviças. Obrigado Jesus pela vida consagrada na obediência aos teus ensinamentos.
Certamente, OS ANJOS E SANTOS, alegremente tocaram com harpas, um concerto bem sereno, composto de melodias e orações que mais lhe agradavam, na sua chegada a morada celestial. Com carinho de sua sobrinha Emília Fernandes e sua família:
§  Seu irmão Antônio Nonato, Maria Brígida e Dodô (em memória).
§  Graça e Sula, Evandro e Diana, Filipe e Debora Sophia, Antonio Carlos e Ana Clara.
§  Joana e Fernando, Fernando Luiz;
§  Eliana e Carlos, Higor, Débora e Maria Eduarda, Carlos Júnior e Lyara, Ana Cecília. 

O CIDADAO










HOMENAGEM A IRMÃ AUGUSTA FERNANDES VIEIRA

 
“Sou feliz porque sou freira”. “Amo a minha família”, “Alegremo-nos no Senhor pela vida”. “Façamos caridade e muita oração”. “Como está você e os seus? (Suas frases de sempre)”.


A vida da Tia Augusta, também, no sertão, conhecida por Mariquinha e no colégio por Guta, Gugu, aos seus 105 anos e 09 meses, é como um livro, que percorrendo página à página, só encontramos virtudes de fé e oração, compromisso, trabalho, doação, amor à família e obediência à congregação FILHAS DO AMOR DIVINO, missão que abraçou com muita dedicação.
A senhora, Tia Augusta, como filha de vovô Du Nonato, ficou órfã e foi criada como filha de vovó Emília (que casou com vovô Du). Era obediente, caprichosa nos afazeres domésticos, carinhosa e contribuiu na formação educacional e religiosa dos irmãos e dos que moravam no sítio AROEIRA.
Os seus irmãos: Chico Vieira, Tonha, Luca, Lourdes, Francisco Sales, Nair, Antônio, Anchieta, Nonato, Evilásio, Edilberto, Maria do Céu, João Djalma, João Bosco e Maria do Carmo, Januário e Cininha – adotivos) tinham e têm todo respeito e admiração que deixou como referência, um legado de missionária da paz. Vibrava pelos bons acontecimentos na vida dos sobrinhos, cunhados, primos, amigos e colegas da congregação.
Na sua vida religiosa em Mossoró, Assú, Caicó, Patos(PB), Natal e Emaús, contribuiu na educação das famílias mais necessitadas, conseguindo roupas e até cestas básicas, dava aula de catecismo e cultivou amizades eternas.
Em Natal, no (Colégio das Neves) e Emaús, sempre gostou de trabalhos manuais, rezava o terço no quarto das colegas doentes, regava o jardim, assistia a missa diariamente. Todos da nossa família que por lá chegavam, recebiam um paninho com crochê, um terço, ou uma medalha milagrosa.
Assim, todos nós temos um pouco dessas doces lembranças nas páginas desse livro, nas visitas, nos aniversários, no sorriso, no acolhimento, nos telefonemas, nas fotos e nas orações por todos.
Tia Augusta, me encontro emocionada, com saudades, saudades de seus conselhos, de ver a senhora se sentir feliz na cantina, na capela ou no portão do Colégio das Neves. Saudades dos bombons, chocolates, dos paninhos de crochê, dos almoços em Emaús, dos aniversários, das perguntas sobre o bem estar da família e até das suas advertências: “Desça mais o vestido”, “suba mais este decote”.
Meu convívio com a senhora foi prazeroso, gratificante e edificante para minha vida religiosa. Obrigada! Obrigada!
Obrigada a todas as irmãs da congregação, aos médicos, enfermeiros, cuidadores, aos da cozinha, aos Padres e Noviças. Obrigado Jesus pela vida consagrada na obediência aos teus ensinamentos.
Certamente, OS ANJOS E SANTOS, alegremente tocaram com harpas, um concerto bem sereno, composto de melodias e orações que mais lhe agradavam, na sua chegada a morada celestial. Com carinho de sua sobrinha Emília Fernandes e sua família:
*  Seu irmão Antônio Nonato, Maria Brígida e Dodô (em memória).
*  Graça e Sula, Evandro e Diana, Filipe e Debora Sophia;
*  Joana e Fernando, Fernando Luiz;
*  Eliana e Carlos, Higor, Débora e Maria Eduarda, Carlos Júnior e Lyara, Ana Cecília. 

 O CIDADAO