terça-feira, 1 de março de 2016

Luiz Gomes cobra transparência de órgãos públicos durante reunião de conselheiros da OAB
BLOG   O  CIDADAO

Durante pronunciamento na Reunião Extraordinária do Conselho Seccional da Ordem realizada na noite de ontem, 29/02, o advogado e ex-conselheiro da OAB/RN, Luiz Gomes, expressou indignação face ao recente escândalo de funcionários não concursados da Assembleia Legislativa do Estado. 

Luiz, que é pré-candidato a prefeito de Natal pelo PEN, deixou claro o repúdio ao caso, começando por parabenizar ao presidente Paulo Coutinho e demais colegas quanto à iniciativa de reunir os integrantes da casa em torno do assunto. “Estou plenamente de acordo com as posições firmes da Seccional quanto à transparência das atitudes dos órgãos públicos, não só da Assembleia, sobretudo quando assistimos a tantas dificuldades financeiras nos municípios e no próprio estado”, afirmou.

O advogado citou como exemplo, na ocasião, a Casa Branca com seus 487 servidores à disposição da Presidência dos Estados Unidos, que consome US$ 80 milhões/ano, enquanto o maior salário da casa, pertencente a um dos assessores do Presidente Barack Obama, é de US$ 356 mil/ano, o que resulta numa média de US$ 26 mil/mês. “Fazendo o comparativo, é impossível que a Assembleia Legislativa do RN precise de tantos funcionários para tocar a sua administração”, pontuou.

Luiz Gomes também frisou a omissão dos deputados estaduais que não se manifestaram com veemência e indignação nas redes sociais ante a perplexidade da sociedade potiguar desde que o escândalo aflorou. “Por isso, a Ordem deve manifestar sua indignação. Não é com desrespeito nem afronta àqueles que estão investidos dos cargos legalmente. Mas é preciso que se esclareça à sociedade que existem três tipos de situação: a do cargo comissionado, a do servidor nomeado constitucionalmente por concurso público e aqueles efetivados ao arrepio da Constituição Federal. Não podemos esquecer que entre esses 400 e poucos funcionários que estão na AL do RN, muitos estão efetivados sem o devido concurso”, enfatizou.

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PEN 51 RN

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