domingo, 21 de agosto de 2016

O que pode e o que não pode na campanha eleitoral 2016 nas redes sociais

 

POSTADO POR BLOG O CIDADAO

A eleição deste ano está marcada por uma série de restrições aos candidatos, como redução do tempo de televisão (de 45 para 30 dias), proibição das doações empresariais e limite de gastos em campanhas. Diante dessa realidade, a internet virou a tábua de salvação no sentido de compensar essas limitações. Ou seja, a web será fundamental e estratégica para o pleito de outubro. 
 
Se retrocedermos um pouco no tempo, veremos, por exemplo, que foi em 2008 que a internet começou a ser utilizada timidamente na campanha eleitoral. Em 2012, o uso da internet ainda era vista como meio de campanha complementar. A mudança, de fato, veio no pleito de 2014, quando, à época, uma Pesquisa Datafolha apontou que 39% dos eleitores afirmaram ter sido influenciados pela internet na hora de decidir o candidato. 
Nas redes sociais, segundo o cientista político da Universidade de Brasília (UnB) Paulo Kramer, o eleitor conectado não cai em discursos ensaiados ou em jargões. Ele acrescenta que o eleitor quer saber, por exemplo, o que o político pensa sobre temas polêmicos como aborto, descriminalização da maconha, casamento entre pessoas do mesmo sexo, redução da maioridade penal, entre outros.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) disponibilizou uma ferramenta que possibilita a realização de denúncia online de propaganda antecipada ou irregular. Em todo o país, os cartórios também terão plantões de denúncia a partir da próxima semana. 

FACEBOOK DR. AURIVONE

0 comentários:

Postar um comentário

Seu comentário é importante para que possamos desenvolver um bom trabalho.