quinta-feira, 29 de junho de 2017

“Tem que enfrentar e matar líderes de facções”, diz juiz federal

 

POSTADO POR BLOG  O CIDADAO

Juiz federal Odilon de Oliveira quer estratégia de guerra contra o crime organizado (Foto: Luciano Muta)
“O Brasil tem que enfrentar e matar os membros das facções criminosas”. Esta foi a frase do juiz Federal Odilon de Oliveira ao afirmar que o combate ao crime organizado tem que ser uma guerra pois segundo ele até mesmo os presídios federais estão eminência de serem dominados por grupos com o PCC (Primeiro Comando da Capital) e CV (Comando Vermelho) que nesta semana estão ameaçando de morte executar funcionários dos presídios federais até a próxima sexta-feira.
Odilon de Oliveira afirmou que não outra alternativa para o país que não seja a utilização de técnicas de guerra contra crime organizado pois só assim atingiria o coração destas organização que está na sustentação econômica que é baseada no narcotráfico e no roubo”. Hoje já temos o crime organizado comandado por facções brasileiras dominando o Paraguai e isso já começa a atingir o nosso país pois o Brasil é muito relaxado com suas fronteiras”, afirmou o Juiz.
“O Brasil tem tratado com perfume francês e talco o crime organizado e com isso os presídios estaduais já estão dominados e o Sistema federal está vivendo sob forte ameaça e se algo não for feito cai sucumbir também”, afirmou Odilon de Oliveira. Na opinião do magistrado o estabelecimento de uma estratégia mais agressiva é fundamental para que o país possa fazer frente ao crescimento das organizações criminosas como PCC e CV.
Ameaças
Com relação as ameaças de execução de servidores dos Presídios Federais o Juiz Odilon de Olivera acredita que a solução seria a suspensão definitiva das visitas íntimas e visitas comuns pois é através deste contato que os chefes das facções passam as ordens para os seus comandados que estão do lado de fora das penitenciárias. Essas medidas aliadas a censura das correspondências pode assegurar mais segurança para os agentes e demais servidores das penitenciárias federais.
Diário Digital

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