segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

TEMER RECEIA SER PRESO APÓS DEIXAR O PLANALTO.

Sob o impacto da terceira denúncia da Procuradoria-Geral da República, Michel Temer discutiu sua situação penal com um grupo restrito de auxiliares. Abalado, deixou transparecer seus maiores receios. Está pessimista. Avalia que deve ser preso após deixar o Planalto. O risco é real, concordaram seus interlocutores.
Temer foi aconselhado a passar uma temporada no exterior. Mencionou-se Portugal, onde tem amigos. Discutiu-se a ideia de dar aulas na universidade de Coimbra. Temer refugou o conselho. Ele descartou também a hipótese de cavar a indicação para uma embaixada —o que lhe garantiria a manutenção do escudo do foro privilegiado.
A poucos dias de passar a faixa presidencial para Jair Bolsonaro, o quase-ex-presidente vive a síndrome do que está por vir. O blog apurou que, ao explicar aos auxiliares por que excluiu do seu baralho a carta da saída via aeroporto internacional, Temer soou categórico: "Vão dizer que estou fugindo. E eu não vou fugir, vou enfrentar."
Há muito por enfrentar. Na denúncia que reacendeu os temores de Temer, a procuradora-geral da República Raquel Dodge acusou-o de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. O caso envolve esquema no setor de portos, com desvios estimados em R$ 32,6 milhões entre agosto de 2016 e junho de 2017.
Entretanto, o contencioso penal que inquieta Temer é bem mais amplo. Envolve outras duas denúncias formuladas pelo ex-procurador-geral Rodrigo Janot a partir das delações do grupo JBS. Congeladas pela Câmara no ano passado, serão retiradas do freezer.
Sedado a pedido da Procuradoria, voltará a andar também o pedaço de um inquérito que envolve Temer numa encrenca de 2014, anterior ao início do seu mandato-tampão na Presidência. O caso envolve repasse de R$ 10 milhões do departamento de propinas da Odebrecht para Temer e seu grupo político.
De resto, Raquel Dodge requereu a abertura de cinco inquéritos novos. São filhotes da investigação sobre portos. Ou seja, Temer coleciona um total de nove pesadelos: três denúncias, um inquérito já instaurado e cinco inquéritos por instaurar. Todo esse contencioso descerá do Supremo Tribunal Federal para a primeira instância do Judiciário. O que potencializa o desassossego do réu.
Na última quinta-feira, sem mencionar o nome de Raquel Dodge, Temer acusou o baque sofrido na véspera, com a chegada da terceira denúncia ao Supremo. "Eu levo isto como uma mágoa, foram os ataques de natureza moral", disse ele, num rápido pronunciamento feito durante cerimônia de final de ano com servidores do Planalto.
Temer prosseguiu: "Vocês percebem que, sem embargo estar na vida pública e na política brasileira, eu não me transformei em carro alegórico. Pelo contrário. Eu sempre fui extremamente discreto em tudo aquilo que eu faço. E, portanto, quando vêm os ataques de natureza moral, daí que realmente isso me caceteia, me chateia, me aborrece. É a única coisa que me aborrece. No mais, só posso orgulhar-me do que fiz ao longo do tempo."

Fonte: Josias de Sousa/UOL

sábado, 22 de dezembro de 2018

Segurança de governadora eleita Fátima Bezerra é assassinado a tiros na ZN


Por Robson Pires, em

Um polícia militar, identificado como João Maria Figueiredo, foi assassinado a tiros no fim da tarde desta sexta-feira (21) numa estrada carroçável localizada nas proximidades do Motel Ele e Ela, na Zona Norte. João Maria atuava como segurança pessoal da governadora eleita, Fátima Bezerra, e fazia parte do movimento Policiais Antifascismo. Segundo policiais militares, o crime teve característica de execução. Os bandidos levaram a arma do policial, mas não roubaram a moto em que estava ou documentos. A policia civil já está investigando o caso. o corpo não havia chegado, até às 20:30 desta terça, ao Itep.
O soldado era ligado a movimentos sociais e ao Partido dos Trabalhadores (PT), e trabalhou voluntariamente fazendo a segurança da governadora eleita, segundo policial Roberto Campos. Figueiredo era casado e atuava na cidade de Itaipu.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2018

Família Rocha e Honorato de luto na cidade de Marcelino Vieira RN

Mesmo sabendo que um dia a vida acaba, a gente nunca está preparado para perder alguém.

FAMÍLIA

ROCHA E HONORATO DE LUTO


Morreu às primeiras horas desta sexta-feira (21), no Hospital Regional de Pau dos Ferros, o senhor RAIMUNDO ROCHA DA SILVA, 53 anos de idade, filho de Dona Raimunda Rocha e sobrinho do blogueiro Francisco Honorato (Pororoca). (Raimundo de Raimunda), como era conhecido, residia em São Paulo/SP, com sua família. O mesmo era muito querido ele deixa a esposa, uma filha oito irmãos e sua mãe Dona Raimunda Rocha.

O velório será na residência de sua mãe (Raimunda), no sítio pé de serra em Marcelino Vieira. O sepultamento ocorrerá neste sábado (22),  às 9h da manhã, no Cemitério Público desta cidade. 

Levamos a toda família enlutada o nosso abraço de pesar. Descanse em paz.


Quem partiu segue vivendo na minha saudade, e com muito carinho na minha memória.

Notícia 🚨🚨
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-1:26
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Família de preso morto durante rebelião em penitenciária do RN deverá receber 40 mil reais de indenização

Sexta, 21 de Dezembro de 2018

*G1RN

ImagemA sentença condenatória  em desfavor do estado do Rio Grande do Norte foi do juiz Bruno Montenegro Ribeiro Dantas, da 3ª Vara da Fazenda Pública de Natal. O valor da indenização é de 40 mil reais e deverá ser paga pelo estado à mãe do preso, Felipe Renê Lima de Oliveira, um dos 26 presos mortos durante a rebelião na Penitenciária de Alcaçuz, ocorrida em janeiro de 2017. na Penitenciária Estadual de Alcaçuz.
Segundo documentos apresentados pela mãe do preso, ficou comprovado que Felipe foi morto dentro de Alcaçuz em decorrência de uma anemia aguda, causada por ferimentos no tórax e região cervical por ação perfurocortante. Este é o primeiro caso noticiado de indenização de referente ao ’Massacre de Alcaçuz’, como ficou conhecida a matança.
Imagem
Em defesa o Estado alegou a inexistência de atos ilícitos imputável a si. Afirmou também que não ficou comprovada a sua culpa, em razão de não ter sido o Estado causador da morte do falecido. Informou ainda, que não foi comprovado que o apenado falecido exercia atividade remunerada e assim contribuía para o sustento da família antes da prisão.
No entanto para o magistrado, o fato lesivo decorreu de “ato omissivo do Estado, que negligenciou a proteção da integridade física do detento, ao permitir que ele fosse morto por ação perfurocortante dentro do estabelecimento prisional”.

Governo do RN anuncia pagamento do 13º salário de 2017 para PM e bombeiros


Prédio da Governadoria do RN — Foto: Thyago Macedo
Prédio da Governadoria do RN
 Foto: Thyago Macedo

Os policiais e bombeiros militares do Rio Grande do Norte vão receber o 13º salário de 2017 no dia 28 de dezembro. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed).
As associações que representam as categorias tiveram reunião com os representantes do Governo na tarde desta quinta-feira (20) para cobrar os pagamentos. Em seguida, o governador teve um encontro com os comandantes das forças militares estaduais e a secretária de Segurança, Sheila Freitas, para tentar chegar a uma solução para o atraso. Depois disso ficou acertado o pagamento para o dia 28.
Até agora, apenas os servidores que têm salários superiores a R$ 5 mil tiveram o 13º salário do ano passado creditado nas contas. Os bombeiros e policiais militares que recebem menos que isso ameaçavam fazer paralisações, caso não houvesse acordo para o pagamento.



* G1-RN/Marcio Melo

Denunciado, Temer deve enfrentar mais 5 investigações ao deixar o Planalto

A apuração sobre o decreto dos portos que resultou na denúncia apresentada ao STF (Supremo Tribunal Federal) na quarta (19) encontrou indícios de outros cinco crimes envolvendo o presidente Michel Temer. Com isso, ao deixar o Planalto, o emedebista deverá enfrentar na primeira instância da Justiça quatro investigações em fase avançada e mais cinco novos inquéritos.
As cinco novas suspeitas descritas pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, referentes a fatos de 2010 a 2015, não integraram a denúncia porque são anteriores ao atual mandato presidencial, iniciado em 2016. Caberá a um procurador que atua na primeira instância analisá-las para eventualmente oferecer novas denúncias.
Das 5 novas apurações, 3 têm a Argeplan Arquitetura e Engenharia como peça central. A PGR (Procuradoria-Geral da República) sustenta que a empresa, que aparece na denúncia por portos como intermediária de propina e que tem como um de seus sócios o coronel João Baptista Lima Filho, pertence de fato ao presidente.
Lima e Temer são amigos desde os anos 80. A Argeplan ganhou impulso naquela década com contratos de consultoria com a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo. À época, Temer era o titular da pasta.
Um dos pedidos de abertura de inquérito envolve um contrato milionário da Eletronuclear para a construção da usina de Angra 3 que foi paralisado devido a suspeitas levantadas pela Lava Jato. O contrato, de R$ 162 milhões, foi firmado pela multinacional AF Consult, que subcontratou a AF Consult do Brasil, que por sua vez tem a Argeplan em seu quadro societário.
Ao lado da Argeplan, a empreiteira Engevix também foi subcontratada para a obra. Em 2016, um dos donos da Engevix, José Antunes Sobrinho, tentou, sem sucesso, fechar um acordo de delação com o Ministério Público relatando que o coronel Lima cobrou dele R$ 1 milhão para a campanha de Temer em 2014.
Dodge requereu que a apuração desse caso seja feita perante a 7ª Vara Criminal da Justiça Federal no Rio, sob responsabilidade do juiz Marcelo Bretas, onde outros processos sobre a Eletronuclear já tramitaram.
A Argeplan também é suspeita de superfaturar e deixar de prestar serviços para os quais foi contratada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, por meio do consórcio Argeplan/Concremat.
A terceira nova apuração envolve contrato celebrado entre a empresa e a Fibria Celulose, que opera no porto de Santos, com valores em torno de R$ 15,5 milhões. Dodge solicitou que se investigue também, no mesmo procedimento, transações financeiras entre a Construbase Engenharia e a PDA, a outra empresa do coronel.
A Construbase repassou à PDA, de setembro de 2010 a agosto de 2015, R$ 17,7 milhões, por meio de 58 transferências. A empresa do coronel, segundo a Procuradoria, “consta por diversas vezes em relatórios do Coaf [Conselho de Controle de Atividades Financeiras], como responsável por movimentações atípicas”.
Na quarta frente de apuração a ser aberta, Dodge apontou suspeitas de que uma das filhas do presidente, Maristela Temer, tenha praticado o crime de lavagem de dinheiro por meio de uma reforma em sua casa, em São Paulo.
Como a Folha revelou em abril deste ano, a mulher do coronel, Maria Rita Fratezi, pagou em dinheiro vivo despesas da obra, segundo relatos de fornecedores de materiais de construção.
Dodge considerou que a suspeita de que a obra tenha sido paga com dinheiro de propina “não guarda intrínseca relação” com o suposto crime de corrupção denunciado no âmbito do inquérito dos portos, e requereu uma investigação específica a ser feita perante a Justiça Federal em São Paulo.
A quinta nova investigação solicitada pela Procuradoria é sobre um suposto contrato fictício assinado a pretexto de prestação de serviços no terminal Pérola, no porto de Santos. A empresa faz parte do grupo Rodrimar, que teve um sócio e um ex-executivo denunciado junto com Temer na quarta-feira.
O pedido de abertura de novas investigações foi direcionado ao ministro do STF Luís Roberto Barroso, relator do inquérito dos portos, por meio de um documento que acompanhou a denúncia apresentada na quarta contra Temer e outras cinco pessoas, entre elas o coronel Lima e o ex-assessor presidencial Rodrigo Rocha Loures (MDB-PR).
A denúncia, sob acusação de corrupção e lavagem de dinheiro, apontou uma movimentação financeira indevida de R$ 32,6 milhões como parte de um esquema antigo com informações e provas reunidas que remontam a 1998.
Dodge pediu que a denúncia seja remetida, em janeiro, quando Temer perde o foro especial, à Justiça Federal no Distrito Federal, para onde também deverão seguir duas denúncias apresentadas em 2017 pelo ex-procurador-geral Rodrigo Janot —os casos foram suspensos pela Câmara no ano passado.
OUTRO LADO
Procurado por meio de sua assessoria, o presidente Michel Temer informou que “provará, nos autos judiciais, que não houve nenhuma irregularidade no decreto dos portos, nem benefício ilícito a nenhuma empresa”. O Planalto não comentou as novas frentes de investigação.
A Rodrimar afirmou em nota que os executivos denunciados estão afastados e que se pauta pelos mais elevados padrões de governança corporativa. A reportagem não localizou a defesa do coronel Lima.
FOLHAPRESS

       UM FILHO VIEIRENSE, MUDANDO DE IDADE HOJE, O MAJOR CARVALHO, FILHO DO CASAL POROROCA E MARLY, RECEBENDO OS CUMPRIMENTOS DE ...