sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018


quinta-feira - 15/02/2018 - 23:58h

Pensando bem…


“Nenhum vencedor acredita no acaso.”
Friedrich Nietzsche
Categoria(s): Pensando bem...
quinta-feira - 15/02/2018 - 23:48h
Rádio Rural de Mossoró

“A Mais Bela Voz” 2018 será apresentada nesta sexta-feira


A Rádio Rural de Mossoró promoverá uma coletiva de imprensa nessa sexta-feira (16), na sede da própria emissora, no centro da cidade.
Apresentará detalhes sobre mais uma edição do concurso “A Mais Bela Voz”.
Novamente, a emissora contará com a parceria do Partage Shopping e dará maiores informações de como será desenvolvido o certamente que é o mais antigo do gênero no estado.
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Categoria(s): Comunicação
  • Repet
quinta-feira - 15/02/2018 - 20:28h
ANL

Escritor Clauder Arcanjo tomará posse dia 2 de março


Será no próximo 2 de março, às 19h30, a posse do escritor Clauder Arcanjo na Academia Norte-rio-grandense de Letras (ANL).
A sessão solene acontecerá na sede da entidade em Natal, à Rua Mipibu, 443, bairro de Petrópolis.
Clauder Arcanjo faz incursões por vários estilos literários e foi eleito em dezembro passado (Foto: TCM)
Arcanjo é cearense de Santana do Acaraú, mas há muitos anos se estabeleceu no Rio Grande do Norte, tendo Mossoró como seu principal endereço.
Engenheiro, professor, contista, poeta, cronista, resenhista literário e colaborador de sites, revistas e jornais diversos, ele é também editor da Editora Sarau das Letras.
Cadeira 12
Ocupará a cadeira 12 da ANL, que tem como patrono o escritor Amaro Cavalcanti.
O primeiro ocupante foi Juvenal Lamartine, sucedido por Veríssimo de Melo, Oswaldo Lamartine de Faria e Paulo Bezerra.
Clauder Arcanjo foi eleito para a ANL no dia 14 de dezembro do ano passado. Obteve 19 votos, contra 15 de Antônio Fernando Bezerra.
A Academia Norte-Riograndense de Letras foi fundada em 14 de novembro de 1936. Inicialmente, a ANL contou com 25 cadeiras, número ampliado para 30 em 1948, e para 40 em 1957.
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Categoria(s): Cultura
quinta-feira - 15/02/2018 - 18:30h
Em Apodi

Ex-vice-prefeito conversa com bancada da oposição


Empreendedor nato, conversei hoje (quinta-feira, 15) com o empresário e ex-vice-prefeito apodiense José Maria da Silva (PSD), o “Zé Maria”.
Zé Maria: conversa politica (Foto: arquivo)
À saída de seu mais recente negócio, na sede da Água Mineral San Valle no Apodi, disparei um  pingue-pongue rápido:
- E a política, Zé? Não tem mais interesse?
- A politica…a política a gente conversa. A gente nunca sabe.
O Blog Carlos Santos soube que horas antes (pela manhã), na sede de sua empresa, o ex-vice-prefeito teve reunião política com vereadores da bancada oposicionista local.
- Só conversando mesmo – justificou.
José Maria da Silva foi vice do ex-prefeito Flaviano Monteiro (PCdoB).
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Categoria(s): Política
quinta-feira - 15/02/2018 - 17:23h
Operação Manus

MPF recorre contra prisão domiciliar de Henrique Alves

 

POSTADO POR BLOG  O CIDADAO


O Ministério Público Federal (MPF) recorreu da decisão da Justiça Federal no Rio Grande do Norte (JFRN) que concedeu prisão domiciliar ao ex-ministro e ex-presidente da Câmara, Henrique Eduardo Lyra Alves (MDB), dentro do processo relacionado à Operação Manus, na qual ele responde por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
O político, no entanto, ainda continua preso na Academia de Polícia Militar, em Natal, por conta do mandado referente à Operação Sepsis, cujo processo tramita na Justiça Federal em Brasília.
Em seu recurso, o MPF alerta que a concessão da prisão domiciliar para Henrique Alves não se enquadra em nenhuma das hipóteses previstas no Código de Processo Penal e traz riscos à aplicação da lei, em decorrência da influência política que ainda possui o ex-ministro. A peça acrescenta que a decisão tomada pelo juiz da 14ª Vara Federal Francisco Eduardo Guimarães – durante audiência no último dia 6 de fevereiro -, baseou-se em fundamentos equivocados.
A defesa solicitou a concessão de prisão domiciliar alegando que “as testemunhas de acusação ouvidas ‘inocentariam’ ou provariam a ‘inocência’ de Henrique Alves”, Para o MPF, este é um grande equívoco, sobretudo porque “não cabe a testemunhas, sejam de acusação, sejam de defesa, realizar juízo sobre a responsabilidade criminal ou a inocência de réus”.
Veja mais detalhes clicando AQUI.
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Categoria(s): Política

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